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EX-PREFEITO DE ASTORGA É PRESO EM CURITIBA PELO GAECO

Além do ex-prefeito preso na capital, a ação desencadeada pelo Ministério Público de Astorga levou para a cadeia outras três pessoas por irregularidades em administração de consórcio em outras cidades da região.

Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO agiu na manhã desta quinta-feira (12), e prendeu quatro pessoas por diversos crimes contra a ordem pública. Os cumprimentos de mandados judiciais foram realizados nas primeiras horas da manhã de hoje.

Ex-prefeito Bega foi preso na capital paranaense.Além de Astorga, os agentes cumpriram mandados judiciais em Londrina, Pitangueiras, Rolândia e em Curitiba, onde o ex-prefeito de Astorga, Arquimedes Ziroldo, o popular “Bega” foi localizado e preso. Segundo o responsável pelo Ministério Público de Astorga, promotor de justiça Lucílio de Held, são várias irregularidades em que pesam as buscas na manhã de hoje como por exemplo, fraudes em licitações em um consórcio de nome “Cindepar”. 

Criado em 2013, o Cindepar – Consórcio Público Intermunicipal de Inovação e Desenvolvimento do Estado do Paraná – surgiu para atender à demanda de pavimentação asfáltica nos municípios da região norte-central paranaense – na época era o Consórcio Intermunicipal de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano da Região de Astorga. Na fundação o CINDAST era composto por Astorga, Centenário do Sul, Colorado, Jaguapitã, Mirasselva, Nova Esperança, Paranacity, Prado Ferreira e Santa Fé.
 
Idealizado pelo deputado federal Alex Canziani e pelo ex-prefeito de Astorga, Arquimedes Ziroldo, o consórcio adquiriu usinas automotivas de pavimentação e iniciou a execução de recape asfaltico nos Municípios consorciados, com o processo de micropavimento.

O promotor de justiça Lucílio de Held destaca ainda que os crimes que vão pesar contra as quatro pessoas presas na manhã desta quinta-feira, são lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e peculato. Nas investigações, o MP apontou que as várias irregularidades nas licitações, consistiam em fraudar contratos com empresas de fachada para prestar serviços na maioria das vezes inexistentes ao consórcio, e receberem altos valores de forma irregular.

 

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